02/04/2026
Um total de 3.702 estudantes de 5° ano da rede pública de ensino de Praia Grande participaram da atividade do Museu Itinerante do Instituto Biopesca durante o mês de março. A atividade integrou a I Jornada de Cultura Oceânica – “O Mar é Nosso”, iniciativa do Departamento de Educação Ambiental (DEA) da Secretaria Municipal de Educação da Prefeitura de Praia Grande (SEDUC).
O Museu Itinerante consiste em uma ação desenvolvida em espaços formais (escolas) e não-formais (como praças e praias). A atividade contempla exposição de materiais biológicos, como cascos de tartarugas e barbatanas de baleias, além de réplicas de animais marinhos, proporcionando ao público contato direto com recursos didáticos que auxiliam o aprendizado por meio da monitoria da equipe de Educação Ambiental do Instituto Biopesca.
A Jornada Oceânica resulta de uma ação já consolidada pelo DEA, chamada “O Mar é Nosso” e desenvolvida desde 2014. “O objetivo central foi renovar a conexão dos nossos alunos com o ecossistema marinho através de uma experiência de imersão”, explica Eliane Aparecida Milani de Queiróz, diretora do Departamento de Educação Ambiental. “Ao completarmos mais de 13 anos de projeto, decidimos inovar: levar a Jornada para o auditório da SEDUC, com a mediação direta dos professores do DEA. Foi uma estratégia inusitada que abriu novas percepções”, comenta.
Eliane explica que esse novo formato permitiu que os alunos tivessem acesso a conhecimentos que muitos ainda desconheciam sobre a própria região. “Ao unir a palestra pedagógica do DEA com o olhar científico do Instituto Biopesca e o apoio da Cátedra UNESCO, por meio dos gibis doados pelo coordenador, professor Alexander Turra, transformamos o aprendizado em algo marcante”.
Para a diretora do DEA, a participação do Instituto Biopesca foi um divisor de águas para a qualidade pedagógica do evento. “A presença dos biólogos e a riqueza da exposição de materiais biológicos transformaram o auditório da SEDUC em um centro de descobertas vivas”, diz. De acordo com ela, a habilidade dos monitores foi fundamental para aguçar a curiosidade das crianças. “Ver o brilho no olhar de cada aluno ao interagir com os exemplares expostos confirmou que a prática potencializa o aprendizado”, conta. “O Biopesca é um parceiro de longa data que nos acompanha em algumas ações e sempre eleva o nível de engajamento, permitindo que o conhecimento científico chegue aos nossos futuros cidadãos de forma acessível e fascinante”, finaliza.




Fotos: Divulgação/Instituto Biopesca



